Viagens sem rota
Viagens sem rota Os viajantes têm diferentes interpretações do mundo, seja pelas suas convicções, seja pela forma como organização as suas viagens ou então pelas experiências que dizem alcançar em cada lugar por onde passam. E a liberdade de escolher onde se vai, com quem se vai e por onde se vai é uma das formas mais marcantes de usarmos um “modus operandi” que muitas vezes nem sabemos que possuímos: o de reagir sem tempo para pensar e seguir a boleia de um instinto que, de outra forma, dificilmente se revelaria. Estarmos por nossa conta é um debate muitas vezes contraditório. Para nos guiarmos pelos meandros de um mundo recheado de imprevistos, de mentes perversas, de inveja, de soberba e de ganância, é necessária uma grande força mental, uma frontalidade e uma personalidade capaz de se adaptar, capaz de resistir e de ultrapassar os dogmas criados pela pressão social. E sim, para nós, jovens, este é sem dúvida o grande desafio para os próximos anos. Caso contrário, os probl...